Nestlé ajuda no combate à carência de vitamina A

Fortalecendo os seus produtos mais consumidos com ferro, iodo, vitamina A e zinco

Abr 19, 2016

A Nestlé está fortemente empenhada no combate à carência de vitamina A existente no mundo, e em particular nas regiões menos desenvolvidas. Para além da intervenção logística, a Companhia tem vindo a reforçar a composição dos seus produtos mais consumidos com ferro, iodo, vitamina A e zinco. De acordo com dados de 2014, 81% dos produtos da Nestlé mais vendidos em todo o mundo foram reforçados com pelo menos um destes quatro importantes nutrientes.

Para ajudar a combater a carência de vitamina A, a Nestlé assumiu para 2016 o compromisso de disponibilizar 200 mil milhões de refeições ricas nestes nutrientes.

 

O leite e seus derivados são alimentos de grande difusão e que mais e melhor contribuem para uma alimentação saudável. São também os de acesso mais generalizado e que mais facilmente poderão chegar à população em risco. Por isso, a Nestlé tem reforçado os seus produtos deste segmento alimentar com os nutrientes relevantes: ferro, iodo, vitamina A e zinco, disponibilizando-os a preços acessíveis.  

A falta de vitamina A é a principal causa de cegueira infantil, chegando mesmo a causar a morte de milhares de crianças antes de atingirem um ano de idade. Números da Organização Mundial de Saúde apontam para que 250 a 500 milhões de crianças em idade pré-escolar apresentam défice de vitamina A. Parte substancial destas crianças acaba por cegar e cerca de metade morre antes de atingir um ano por insuficiência alimentar.

A vitamina A é fundamental para um crescimento saudável, garante a robustez do sistema imunitário e garante a saúde dos olhos, tornando-os capazes de se adaptarem eficazmente à luminosidade.

O deficiente acesso a esta vitamina apresenta diversas manifestações, de evolução muitas vezes “silenciosa”. A visão torna-se cada vez mais fraca e chega à chamada cegueira noturna. A seguir, a cicatrização da córnea tem como resultado a cegueira completa. Paralelamente, o sistema imunitário fica cada vez mais frágil e começam a surgir problemas respiratórios e no aparelho digestivo. Para as crianças, o risco é maior, sendo afetadas por doenças graves e, muitas vezes, a morte.

As grávidas e as crianças das regiões menos desenvolvidas são as mais afetadas. Os valores mais elevados registam-se em África e Sudeste Asiático, mas mesmo nas regiões mais desenvolvidas como a Europa e as Américas, a cegueira noturna resultante da carência de vitamina A em grávidas e crianças tem presença regular.

Para combater esta situação, a Organização Mundial de Saúde tem em curso uma campanha de sensibilização que passa por três vetores. O primeiro é promover o aleitamento materno, uma vez que o leite das mães possui elevado teor de vitamina A. Depois, numa ação de curto prazo, que já permitiu a redução da mortalidade infantil em 23%, tratar as crianças com défice desta vitamina com suplementos de vitamina A. A estratégia de médio e longo prazo passa pela alteração da dieta alimentar, reforçando os mantimentos com os nutrientes necessários à prevenção da carência de vitamina A.

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